Noticias
 

 

 

São Paulo - Valeu a resposta dada pelos funcionários do Itaú após as manifestações, na última terça-feira, dia 30, contra a abrupta interrupção por parte do banco nas negociações que discutiam a Participação nos Lucros e Resultados (PCR).

As atividades, em São Paulo, aconteceram em duas das principais concentrações do banco: o Centro Empresarial Itaú Conceição (CEIC) e o Centro Técnico Operacional (CTO).

“Foi restabelecido o processo de negociação a partir dos patamares que haviam sido interrompidos, o que garantirá avanços aos bancários.

O valor a ser pago de PCR neste ano deverá ser de R$ 1.200 – com o desconto de R$ 360, antecipado em agosto do ano passado. Dessa forma, o PCR poderá passar de R$ 850, em 2005, para R$ 1.200, em 2006, aguardando, para isto, apenas as posições do presidente, Roberto Setúbal, e da direção do banco, - que deverão ocorrer o mais rápido possível.

A partir daí deverá haver uma nova redação para a proposta. “E que fique claro: não aceitamos que o pagamento seja inferior ao que os bancários receberam no ano passado”.

Pressão valeu – O Sindicato destaca ainda que a mobilização dos bancários foi fundamental durante todo o ano. O banco já havia assinado acordo com a Contec (confederação que representa menos de 5% da categoria) estabelecendo valores e metas que todas as entidades sindicais haviam recusado.

“Cobramos, negociamos, intensificamos a campanha do Jabaculê e conseguimos avançar na proposta e nos valores. Isso mostra que a organização dos bancários é fundamental para conquistar seus objetivos”.

Até o final do mês, além do PCR os funcionários receberão o complemento dos dois salários e R$ 1.500 do valor adicional conquistados na Convenção Coletiva.

Fonte: Site do sindicato dos Bancários.